O desenvolvimento da INTERSERVIÇOS passa também pela centralidade que a estrutura tem na redefinição da organização: sendo ela o “esqueleto” da INTERSERVIÇOS, é inevitável que influencie e constranja os comportamentos das pessoas que nela actuam, assim como os “caminhos” que a INTERSERVIÇOS prossegue. Importa compreender todavia, que não é um processo de sentido único. A estrutura pode ser o palco onde decorrem as acções, mas também o alvo dessas acções.

 

Na verdade, os comportamentos criam, alteram, moldam os contornos estruturais. Os actores adoptam estratégicas e tácticas comportamentais destinadas a influenciar os desenhos organizacionais, os sistemas de divisão das actividades, os mecanismos de coordenação, a constituição de órgãos e suas atribuições / competências, as normas que determinam a presença/ausência nos órgãos decisionais, as estruturas de recolha e disseminação da informação, etc.

 

Assim a INTERSERVIÇOS desenhou um modelo estrutural, através de um mix rede/horizontal. A opção por esta componente corresponde a um desenho organizacional, concretizado através de formas multi-organizacionais que englobam um conjunto de organizações ou unidades de negócio, com poucos níveis hierárquicos e recurso extensivo a parcerias.

 

A rede é assim um formato que revela a importância da confiança e cooperação e permite operacionalizar o conceito de cadeia de valor, ao recentrar a estrutura da organização nas suas competências.

 

A componente horizontal dá resposta a reduções significativas da hierarquia, uma descentralização do poder e da autoridade para aqueles que estão perto das operações, uma ênfase crescente nas equipas multifuncionais para melhoria da integração e coordenação e uma maior atenção às necessidades do mercado.


Dar-se-á, por esse lado, resposta em grande medida, à crescente importância concedida aos processos. Neste caso a base organizacional da INTERSERVIÇOS será cada vez menos orientada para a função, mas mais para o processo.


Sendo o seu modelo de desenvolvimento alicerçado numa metodologia (concepção, realização e avaliação) de desenvolvimento contínuo de Programas e Projectos, os quais são únicos, utilizam recursos transitórios, têm duração bem definida e que criam mudança.

 

Este modelo permite cumprir os seguintes objectivos:

 

  • Desenvolvimento de Programas e Projectos de Alto Valor Acrescentado;

  • Replicação e disseminação destes projectos, com as devidas adaptações a outros contextos;

  • Orientação para margens de contribuição positiva;

  • Geração de Spin-offs de racionalidade técnica e empresarial, traduzidos em novas empresas ou núcleos de competência.

  • Estes Spin-offs são o cerne de desenvolvimento de novos projectos empresariais em vários mercados.